Com bolo, balões, mágica, musica, dança, gravatinhas borboletas para os homens e chapéus de cor rosa para a mulherada, o Sepe-RJ lembrou mais uma vez, em ato realizado na terça feira 7 de abril, em frente ao prédio da Secretaria Estadual de Educação, na rua da ajuda no centro, que os profissionais de 40 horas do concurso de 1993, continuam sendo enrolados pelos sucessivos governos do estado. Os educadores lembraram inclusive, que o governador Sérgio Cabral, quando em campanha, em 23 de setembro de 2006, mandou carta para os profissionais da rede prometendo a: “Manutenção do atual plano de carreira com a inclusão dos professores de 40 horas”. Veja em : www.seperj.org.br/
quinta-feira, 9 de abril de 2009
15 ANOS DE ENROLAÇÃO
Com bolo, balões, mágica, musica, dança, gravatinhas borboletas para os homens e chapéus de cor rosa para a mulherada, o Sepe-RJ lembrou mais uma vez, em ato realizado na terça feira 7 de abril, em frente ao prédio da Secretaria Estadual de Educação, na rua da ajuda no centro, que os profissionais de 40 horas do concurso de 1993, continuam sendo enrolados pelos sucessivos governos do estado. Os educadores lembraram inclusive, que o governador Sérgio Cabral, quando em campanha, em 23 de setembro de 2006, mandou carta para os profissionais da rede prometendo a: “Manutenção do atual plano de carreira com a inclusão dos professores de 40 horas”. Veja em : www.seperj.org.br/
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
COMUNIDADE PHA NO ORKUT - DEBATE SOBRE EDUCAÇÃO
Este é o Link da PHA:http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=47478217
Jorge
Educação: O que fazer?
Desde criança ouço dizer que para termos um país melhor, deve-se melhorar a educação.
Os políticos, de todos os partidos, sempre usaram isso de forma demagógica em suas campanhas.
Um dos mais grosseiros exemplos de uso demagógico do tema apresento abaixo:
Em 23 de setembro de 2006, o então candidato ao governo do estado, Sérgio Cabral Filho, mandou para casa dos profissionais da educação, uma carta se comprometendo resolver a maioria dos problemas que a categoria e seu sindicato, denunciam há muito tempo e nada é resolvido.
A carta tem como abertura a reprodução de um cartaz da campanha com uma foto do sorridente candidato que afirma o seguinte: “Como candidato a Governador do Estado, elegi como prioridade no meu governo a educação,...”
Logo abaixo, com a maior cara de pau, o candidato lista sete pontos da histórica pauta de reivindicações da categoria e assume o compromisso de resolvê-los.
Cabral encerra o texto dizendo: “Conto com seu voto para Governador. O meu compromisso é o de fazer da educação do Estado do Rio de Janeiro um modelo para todo o país".
Proponho esse tópico com a esperança de que o mesmo seja levado a sério e que postem neste, propostas que contribuam com a reflexão e o debate que o tema exige.
Vamos mostrar aos políticos que nós membros dessa comunidade não perdemos tempo só com picuinhas políticas, com abobrinhas e que temos condição e interesse de tratar de coisas sérias.
Zenaide
Gente.... Independente de governos, ou partidarismos, nosso problema com a educação é histórico.........quanto aos programas governamentais implantados como o bolsa-escola, por exemplo, e progressão continuada.....enfim, esses projetos na realidade, não são reformas necessárias à educação e sim uma forma de maquiar realmente a situação, pois esses programas apenas aumentam o numeros de alunos nas instiuições e diminuem as reprovações....portanto, sem mexer na sua base, na sua estrutura. O que eu pergunto ....é: Qual a qualidade dessa educação ? O que estamos ensinando ? Existe um incentivo, um estímulo, um preparo desses profissionais da área ? Reclamamos do Governo, reclamamos do salário, reclamamos da família, do aluno, do sistema........Mas é nós......nós estamos fazendo nossa parte ? A Educação ao meu ver, é um problema que envolve a todos, toda a sociedade, portanto, cada um tem que fazer o seu papel da melhor maneira possivel como educadores, e como cidadãos, pais e alunos. Conscientizando, a partir do momento em que as pessoas tiverem consciencia de seus direitos e que desenvolverem mais seu senso crítico, creio que as coisas começarão a melhorar, e pode ter certeza que essa mudança não virá DE CIMA PARA BAIXO, pois para as autoridades, quanto mais ignorante a população for, mais manipulável será............pois analfabetos FUNCIONAIS, é o que mais gera lucro, afinal, representa mão-de-obra barata e abundante. Essa é a mentalidade dos dirigentes brasileiros desde nossa Colonização.
Claudeci
Achei muito interessante trazer o tópico de volta, pois todos apontam a educação como uma das possíveis soluções para os nossos problemas políticos e sociais, mas poucos se interessam em saber quais são realmente nossos problemas e nossos avanços em matéria de educação.
O tópico sugere busca de soluções, entretanto penso que para se encontrar soluções precisamos discutir a quem cabe a responsabilidade de melhorar a educação.
Pensando nisso elegi 5 responsáveis: o poder público, os profissionais da área, a sociedade, a família e o aluno.
Vou tentar descrever as responsabilidade de cada um em forma de interrogações a fim de instigar respostas e mais questionamentos.
Beto Mafra
Que tal ler o Milton Santos? Uma das teses dele é que a revolução virá da base para o topo.
Assistam ao filme do Sílvio Tendler, "Encontro com Milton Santos"(2006).
É pelo caminho da união das indignações individuais que poderemos chegar a mudar alguma coisa.
E a citação do Paulo Freire foi fantástica.
Parabéns pelo tópico e pelo debate.
sábado, 16 de agosto de 2008
PASSEATA LEVA MAIS DE 3000 SERVIDORES AO PALÁCIO GUANABARA
A passeata foi bloqueada pela PM que reteve o caminhão de som sob o viaduto da saída do Túnel Santa Bárbara sobre a rua das Laranjeiras.
Isso deu um nó no transito, com reflexo em toda a cidade, porque os militantes sentaram nas ruas até o Palácio liberar a passagem do carro de som para a passeata seguir o roteiro pré – estabelecido e chegar à frente da sede do governo.
Mais uma vez o governador não recebeu os representantes dos servidores e a passeata fez o caminho de volta ao Largo do Machado.
Em 23 de setembro de 2006, o então candidato ao governo do estado, Sérgio Cabral Filho, mandou para casa dos profissionais da educação, uma carta se comprometendo resolver a maioria dos problemas que a categoria e seu sindicato, denunciam há muito tempo e nada é resolvido.
A carta tem como abertura a reprodução de um cartaz da campanha com uma foto do sorridente candidato que afirma o seguinte: “Como candidato a Governador do Estado, elegi como prioridade no meu governo a educação,...”
Logo abaixo, com a maior cara de pau, o candidato lista sete pontos da histórica pauta de reivindicações da categoria e assume o compromisso de resolvê-los.
Ele encerra o texto dizendo: “Conto com seu voto para Governador. O meu compromisso é o de fazer da educação do Estado do Rio de Janeiro um modelo para todo o país.
Veja a carta na íntegra em; www.seperj.org.br
sábado, 5 de julho de 2008
A GREVE DOS EDUCADORES DE SÃO GONÇALO

D. Ivone Reis:
"Quero escola
boa para o meu
neto e exijo
que respeitem os professores"
Os educadores de São Gonçalo promoveram, em 2 de julho, o enterro simbólico da prefeita Aparecida Panisset e, em assembléia, mantiveram a greve da rede de ensino da cidade.
A passeata, em clima de cortejo fúnebre, saiu da Praça Zé Garoto e parou na porta da prefeitura onde os profissionais colocaram um caixão preto simbolizando o enterro da prefeita Aparecida Panisset.
De lá, seguiram até a Escola Presidente Castelo Branco onde instalaram a assembléia que votou a continuação da greve.
Participando de tudo, estavam algumas mães de alunos e a D. Ivone Reis, de 68 anos, avó de um aluno da 8ª série de uma escola da rede.
Para D. Ivone, que com outras mães, participou na semana anterior de uma reunião com o secretário de governo, Sr. Paiva, os profissionais estão certos e tem mesmo é que protestar.
Achei pior ainda, a pressão que fizeram para que a professora Alice, naquele momento, aceitasse a proposta do governo a revelia de seus colegas de profissão.
Não aceito a conversa da tal advogada de que a prefeita está reformando as praças para as crianças brincar por que praça não substitui as escolas."
quarta-feira, 25 de junho de 2008
EM ATO NA PREFEITURA, FUNCIONÁRIOS DIZEM: " NÃO SOMOS ESCRAVOS, SOMOS EDUCADORES!"
quinta-feira, 19 de junho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
sábado, 31 de maio de 2008
Seminário da Regional VII - Ilha do Governador
A Regional VII do Sepe realizou no dia 30 de maio, no teatro do Colégio Cenecista Capitão Lemos Cunha, na Ilha do Governador, o Seminário Avaliação Moderna ou Tradicional? Que Caminho Seguir?
Dezenas de profissionais prestigiaram o evento que teve como palestrantes Danilo Serafim, professor de Sociologia da Rede Estadual, Carmem Sanches, Professora da Escola de Educação da UNIRIO e pesquisadora do Grupalfa, Chico Alencar, professor de história e Dep. Federal pelo PSOL - RJ, além do vereador Eliomar Coelho também do PSOL - RJ.
Eliomar Coelho - Vereador do PSOL - RJ, com Armindo Lajas, prof. de história e diretor da Reg. VII do SEPE-RJ
sexta-feira, 30 de maio de 2008
"Não basta praça, não basta obra". A população exige respeito!
Embalados pelo som da Banda do Sepe, a famosa Furiosa,os educadores de São Gonçalo voltaram às ruas da cidade
na tarde de quinta-feira, 29 de maio.
Apesar de estarem indignados com a contraproposta do governo municipal, de minguados 2,5%, os profissionais saíram da Secretaria de Educação, rumo à sede da prefeitura, cantando paródias de diversas musicas.
Para tentar sensibilizar a D. Panisset a atender as reivindicações da categoria, os educadores atualizaram a letra da canção "A Praça", da época da prefeita, e que fez muito sucesso na voz do cantor Ronie Von.
“Não basta praça, não basta obra, quero saúde e educação”.
Os aplausos dos moradores nas janelas dos prédios, nas portas das lojas da cidade ou nos ônibus que passavam pela passeata, indicavam a aprovação da população à manifestação dos profissionais da educação.
A greve continua. Aparecida a culpa é sua!
Data: 29/05/2008
Prefeita apresenta proposta irrisória e profissionais de São Gonçalo votam continuidade da greve por unanimidade
2,5% de reajuste é considerado irrisório pelos profissionais que tiveram perdas de 26% nos últimos anos e a greve vai continuar
Os professores e funcionários das escolas municipais de São Gonçalo consideraram irrisória a proposta de reajuste salarial de 2,5%, feita pela prefeita Aparecida Panisset e decidiram – por unanimidade – manter a greve nas 80 unidades municipais, iniciada no dia 05 de maio. A próxima assembléia foi marcada para a próxima terça-feira (dia 3 de junho), às 16h, no Clube Mauá. Antes, às 14h, professores, funcionários, alunos e responsáveis farão uma passeata com saída da Praça do Zé Garoto e chegada na sede da prefeitura. Outras categorias do funcionalismo municipal, também em luta por reajuste salarial, deverão participar da passeata.
Hoje à tarde, os profissionais fizeram passeata da Secretaria Municipal de Educação até a prefeitura, onde realizaram um ato de protesto e tomaram conhecimento da proposta de aumento. Logo após, em assembléia geral, a categoria rejeitou a proposta da Panisset e manteve a reivindicação de reajuste de 26%, para recompor as perdas salariais dos últimos anos, e votou a continuidade da paralisação por tempo indeterminado.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
A cidade de São Gonçalo teve uma tarde movimentada na ultima quarta-feira, 14 de maio, devido à manifestação dos profissionais da educação do município.
Eles saíram em passeata da Praça Zé Garoto até a sede da prefeitura, embalados pelo som da banda do Sepe, a famosa Furiosa.
Os mestres e demais profissionais das escolas da cidade mostraram toda a sua indignação com a postura nada democrática, da prefeita Aparecida Panisset, que se recusa a receber a categoria e a atender suas reivindicações. Por isso, as afinadíssimas professoras capricharam no refrão: “Não, não, não! Não haverá mais reeleição!”
Em frente a prefeitura, a professora Bia, coordenadora do Sepe, fez a chamada dos vereadores da cidade. Como só os senhores Miguel de Morais e Motta da Coopasa, responderam à chamada, os demais foram reprovados com muita vaia.
Já no início da noite, com o ginásio da Escola Municipal Presidente Castelo Branco lotado, a categoria aprovou a continuidade da Greve aos gritos de: “A greve continua. Aparecida a culpa é sua!”




























